Teoria da comparação inimaginável

Situação 1

A teoria da comparação inimaginável Situação 1 defende que se duas pessoas, dialogam sobre um facto, mas ambas não acreditam na outra, por não haver provas, mesmo o facto existindo, o correto seria que ambas não concordarem na informação da outra ate uma prova seja entregue. Se uma pessoa acredita na outra mas a outra pessoa não acredita na outra, o correto seria a que acredita deixar de acreditar, pois se a outra não acredita no facto que só a pessoa sabe então, a confiança na outra não serve para nada.

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Teoria filosófica da conexão do pensamento ao objeto

AVISO Isto é uma teoria filosófica criada por mim (Pantufas), eu não tenho a noção (por ignorância e falta de pesquisa da minha parte) se algum filosofo já teve uma teoria igual (provavelmente já teve)

A base da teoria filosófica da “conexão do pensamento ao objeto”, é que as palavras são unicamente ligações ‘links’ para: factos, conceitos, verdades absolutas, pseudo-conceitos e fantasias (o conjunto de ligação mais a característica da coisa, no conceito teórico pode ser resumido na palavra objeto), estes nomes acabados de ser descritos vão ser explicados mais adiante. Sintetizando as informações anteriormente ditas e acrescentado informações da própria teoria, palavras são unicamente maneiras que os seres humanos de se referir a coisas. Por exemplo, é um facto que a madeira é um material feito de carbono derivado de um ser vivo, etc., não há nenhuma discussão de que a madeira é, pois, é algo que conseguimos testar, comprovar e falsificar, logo é um facto, então a palavra “madeira” é só uma ligação criada e concordada pelos seres humanos para referir a este facto.

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Opinião em relação a um homelab

A ideia de um homelab é ótimo, pois não se depende de empresas estrangeiras ou que praticam práticas de segurança abusivas, ou não satisfatórias. Um homelab pode parecer algo complicado e que é preciso ter um grande conhecimento técnico, mas não, a maioria dos serviços (o nome que se dá para os programas que servem “coisas” como um sítio web), podem ser instaladas com ‘interfaces’ gráficas, ou com comandos de terminal simples. Os pontos bom e ter um homelab pelo mais simples que seja, é uma boa maneira de usar o “software”, pois não se depende de empresas, que podem desligar os servidores quando decidirem, ou podem implementar, políticas de privacidade quando bem entenderem. Com serviços SelfHosted tem-se soberania sobre os próprios dados e documentos. Alguns bons serviços SelfHosted na minha opinião são, “Jellyfin” como um servidor de média estilo Netflix, “Copyparty” um servidor de arquivos (estilo “file explorer”) extremamente fácil de configurar e consegue ser carregado em qualquer navegador, ou ser iniciado pronto na maior parte dos sistemas operativos e computadores, “Immich” um serviço de imagens estilo Google Photos (se tiver um completo menos potente recomendo desabilitar a “aprendizagem de máquina” do immich), “Vaultwarden” é um gestor de palavras passe seguro e criptográfico, baseado no “BitLocker” e o “Home Assistant” é um assistente para casas com aparelhos smart (como: luzes, televisões, aquecedores, etc.), é extremamente configurável e versátil, pois suporta basicamente qualquer aparelho smart, vale mencionar que todos os serviços aqui mencionados são de código aberto. Os contras de ter um homelab, são: a falta de redundância, (suponho eu que não tenha dinheiro para comprar mais um ou dois computadores se um falhar, ou mais discos caso algum falhe), custo de armazenamento em curto prazo, em longo prazo provavelmente gastarias algo com uma solução como a iCloud ou google ‘drive’, pois provavelmente vai ser gasto um dinheiro considerável em discos. E estas são as minhas considerações quanto a ter um homelab.

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Porque jogos Retro são uma boa ideia

Jogar videojogos “retro” pode parecer uma coisa ultrapassada e antiquada, mas pode ser uma maneira bem custo beneficio para aproveitar a diversão que os videojogos dão. O Fácil acesso de jogos “retro”, faz que possa ser adquirida uma grande quantidade deles (que não é um problema pois normalmente só costumam pesar alguns Megabytes). Como não é preciso grandes requisitos de hardware, para jogar um jogo “retro” especialmente em emuladores. É quase não necessário gastar dinheiro em hardware avançado, um SmartPhone, Rasberry Pi, uma consola ou um computador com hardware pouco potente, já deve servir para jogar videojogos de Atari, NES, SNES, SEGA Megadrive, Gameboy e Nintendo 64. Estas consolas têm grandes títulos que podem garantir horas longas de entretenimento, sem gastar quase nada. Mas o problema para muitas pessoas, é arranjar maneira de jogá-los e de consegui-los. Para jogá-los, se não tiveres o hardware original da consola, podes instalar um emulador num computador, consola ou SmartPhone. O trabalho do emulador é como o nome diz, é emular o hardware original, na maior parte das vezes são fáceis de conseguir, de graça e seguros. Exemplo de emuladores bons e de graça para computador: Stella para Atari, nesmume para NES, snes9x para SNES, sameboy para Gameboy, mGBA para GameBoy Advance, Mupen64Plus para Nintendo 64, DosBox para DOS e 86Box para jogos que requerem hardwares muito antigos. Para conseguir os jogos nomeados de “ROMs” pela comunidade, podem ser conseguidos legitimamente extraindo-os de cartuchos ou discos, duma forma complicada, comprando-os virtualmente de forma legal ou pirateando-as que é a forma mais mais utilizada para conseguir ROMs. Para “modernizar” a experiência de jogar videojogos “retro”, pode se usar um projeto chamado “RetroAchievements” que criando uma conta no site https://retroachievements.org e entrando com ela no seu emulador, pode-se ter conquistas em jogos onde as conquistam não existiam. E é com isto que eu reforço, que a ideia de jogar jogos “retro”, não é má ideia pois é mais barato, igualmente divertido e mais acessivel.

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