O homen com uma cabeça de coelho
O’ que vou apresentar neste post, diferente de muitos outros#
Eu vou apresentar uma historia curta para fins de entretenimento. Espero que aproveitem.
O homem com cabeça de coelho#
Um rapaz nos seus 15 anos acorda no centro de uma cidade, agora adormecida, pela luz da lua. Este acordou de um pesadelo terrível, onde este mesmo era perseguido por um horrendo homem de terno com uma cabeça de coelho, o jovem, neste sonho de sua cabeça concebido, era um homem, de negócios em Londres no século de XIX. Este tinha uma esposa muito amada, um filho chamado Lowis e um cão dado como ultimo presente de seu pai falecido recentemente. Quando um dia foi negociar com um comerciante irlandês nas docas, este distinguiu na multidão um homem que parecia ter uma atípica cabeça, parecia ser grande, esbranquiçada nas bordas. Mas como esta peculiar figura residia numa multidão já muito distante, o nosso homem de negócios, não lha dá uma significante importância.
Então os dois abastados homens começam a fazer as negociações, os negócios correram de ótima maneira para nosso afortunado protagonista, este conseguira negociar, a construção de uma nova industria de especiarias na India, apoiada pela coroa britânica. Este então volta para sua mansão, abraça seu amado filho de 8 anos, que começara recentemente a frequentar uma ótima escola, beija a sua esposa e agradece, quase que de forma de cultuo a sua empregada, por esta ter feito o jantar e cuidado da casa. Este vai para seu quarto, e olha para o seu quadro á meia década pintado de seu casamento, este não consegue raciocinar ainda, como conseguira apaixonar-se de forma tão selvagem e irracional por sua agora esposa. Este agora reflete num quarto iluminado pela luz de uma preguiçosa lua desenhada no céu, a reflexão deste dura até a chamada de sua esposa para o jantar, ele vai relutante a sua iluminada messa de refeição. Ele pergunta com seu amado filho, como foi o seu primeiro dia de escola, este respondera, de forma animada, dizendo os amigos que fez o’ que aprendeu e o’ que viu, o pai responde com uma animado sorriso. Quando o esposo termina de comer e a esposa termina de se alimentar, estes vão para o quarto, e esta discute agressivamente com ele em relação ás suas intimidades recentes, ao cheiro do cão, ao hiper lisonjeamento de quem se casara, á empregada domestica, ao filho que não é tão inteligente como o das amigas e á falta de frutas exóticas (caríssimas) na cozinha.
E num instante junto do barulho provocado por sua esposa, o pobre homem dorme, este sonha sonha sonha…, até num dos incontáveis, sonhos ele se vê num altar de matrimonio algemado a sua esposa, onde no lugar do padre original de suas memorias, ele encontra um homem com uma face de coelho este tinha uma chave estupidamente grande em seus bolsos, parecia uma forma de zombar da situação desafortunada do homem lá preso. Mas nos assentos muito distantes ele encontra a empregada domestica, e para motivos de enfase encontrava-se até uma plaquinha escrita “Nathaly”, ele corre com todas as forças que têm para este acento, arrastando sua esposa pelo cão até abrir ferida! Quando este se encontra com a desejada mulher, a cara desta troca-se com a cara da esposa agora mutilada e algemada no chão do evento matrimonial. Mas o coelho, coelho… ri-se a alto e bom som, o esposo aterrorizado com a troca de papeis acorda para um novo dia de sua vida, este acorda ao lado de quem outrora mutilara em seu lúdico sonho.
Este já lucido ignorando, a sua fonte de desprezo, caminha lentamente até sua cozinha, onde sua empregada terminava de fazer o pequeno- almoço, e seu filho já o comia alegremente, o marido observa com apreso o sorriso imaculado e ingênuo de seu filho, enquanto o marido viso á carne olhava para a empregada. O pai eventualmente sai de casa para ir trabalhar em seu escritório no centro de Londres, no caminho para seu oficio ele encontra-se num transito causado pelo colapso de um grupo de pessoas no chão insípido e rigo da massiva cidade.
Civis em volta tentam de forma angustiosa reanimar os coitados lá caídos, depois de um tempo que parecera interminável, oficiais chegam e removem os corpos agora pseudo conscientes do chão, o nosso homem de negócios repara numa enorme deformidade na face de um dos oficiais. Este inclina-se para as extremidades de seu veiculo para observar de forma melhor esta anomalia, e repara…, o policia, tinha uma face horrenda, era uma cabeça de coelho, a parte pontuda da face do coelho foi tirada, e em seu lugar, uma superfície lisa com uma boca de um homem, rodeada por pele esbranquiçada, mas glabro como uma cano de chumbo, os seus olhos, estes eram com um tom arroxeado, os seus pelos eram felpudos e suas orelhas vazavam do capacete de tão estupidamente grande que eram.
O conduzido, agora perplexo pela sua recente visão, grita alarmadamente ao seu motorista e ao resto dos transeuntes que conseguira ver, alguns riram, alguns assustaram-se, outros envergonhados desviaram o olhar, o motorista perguntou-lhe o’ que o tanto alarmava, ele rapidamente e com uma voz cambaleante grita a situação que vê a ele. Então depois de alguns segundos tentando observar o’ que o senhor acabara de dizer, ele vira-se com uma cara séria e afirma com muita certeza o seguinte: “O senhor bebeu?”. O pobre senhor surpreendido pela absurdez da situação em que se encontra, grita, de como raios as pessoas não estão a ver, depois de um tempo de exaltação, o homem é silenciado por um grito de um dos oficiais que diz para ele parar e calar a boca, quando este inclina-se de novo para olhar o ocorrido o de cabeça de coelho ri-se para ele.
Este já no escritório, tenta fazer o seu trabalho do costume, mas não para de pensar no maldito coelho, ele está seriamente a perguntar-se se ele vai precisar de ir para aqueles horríveis hospitais psiquiatros, ou se só precisa de algum descanso. O pobre homem quase que nem consegue fazer o seu trabalho de tão horripilado, até que num golpe de sorte (pelo menos na opinião do homem), a empregada visita-o para entregar a merenda que este esquecera em casa nesta ensolarada manhã. O clima romantiza-se e no final ambos acabam-se beijando, depois de um tempo de caricias, a empregada pergunta-lhe se a esposa suspeita da relação deles? O homem diz que um pouco mas nada para se preocupar.
O traidor volta para sua casa, sem nenhuma irregularidade no caminho deste, na hora do jantar, o filo revela-se com uma cara entristecida e amargurada, seu pai então pergunta-lhe o motivo da mudança de humor tão repentina, O filho explica que um senhor com uma cabeça branca e felpuda gozara com ele e seus amigos, e até chegara a espancar o pai de um dos quais tentou intervir tal atrocidade. O progenitor da criança que a fala de longe parece delirante, transforma o seu medo por fúria e confusão das mais profundas, este jura que desde o momento da fala de seu filho para a frente da sua finita vida, este caçara o tal homem que atormenta a sua vida e a de sua familia.
Passam-se anos desde este fatídico momento, o homem sempre que encontrava o tal homem de orelhas felpudas, corria como um feroz leão em sua direção, o agora caçado, ou melhor, provocador de raiva, ou fugia, ou escondia-se e ás vezes até desaparecia no ar fino da noite. A relação do agora caçador imparável e de sua esposa, deteriorava-se cada vez mais, mas a relação de sua empregada e ele crescia grandiosamente. Até que numa fria e árida noite de outono, com uma que já até parecia rotineira, discussão com sua esposa, a esposa acaba saindo de casa e o esposo para acompanhar a ardente discussão, a acompanha, agora eles estão numa floresta ao lado de sua mansão. E por um instante no meio do denso matagal adormecido, um homem com uma cabeça de coelho avança fervorosamente com uma adaga apontada para a desprotegida espinha da esposa do nosso coitado, o homem misterioso após o terrorífico ocorrido ri-se e mete-se a correr com uma velocidade extraordinária.
O homem estupefato com o ocorrido fica sem reação, este volta para e dorme, na manhã do dia seguinte um pastor revela o corpo e a policia prende o inocente homem. Enquanto nas celas da cadeia á espera do julgamento, o filho morre de variola, e com o seu diário descoberto os rumores da traição do respeitadíssimo homem com a sua vulgar empregada domestica espalham-se, o que leva ao suicídio desta, pelo menos foi o que os rumores disseram ao homem.
Uma hora antes do seu condenável julgamento, o homem com cabeça de coelho abre a cela como se não fosse nada e mutila violentamente o homem ainda vivo.
E é neste momento que um rapaz de 15 anos no centro de uma cidade em Chicago acorda, depois de anos e anos este também começa a encontrar com uma figura semelhante, este obviamente já não se lembra de um sonho tão distante, então continua com a sua vida corriqueira. Larga a faculdade, casa-se, tem uma filha, divorcia-se da mulher, a filha morre num acidente de carro causado por um motorista bêbado com uma cabeça que no fogo ardente do momento parecia semelhante a de um coelho, acaba-se por viciar nas drogas. E no final torna-se um químico dependente falido numa sarjeta mundana e imunda, e é neste momento que um homem com a cabeça de coelho aparece e estingue a vida do drogado violentamente.
E é neste momento que uma criança na roma antiga acorda…