A Escravidão

A escravidão, é um dos maiores defeitos do ser humanos, a sua existência na minha opinião, vem do desejo do ser humano de poder, preguiça, ganância e sadismo. A escravidão é algo tão antigo quanto a própria humanidade, isto é um fato, ela é executada em vários setores e tarefas. O pensamento, que a escravidão é algo que só acontecia muito antigamente, é uma mentalidade errada e ignorante sobre o assunto. A escravidão era muito usada antigamente, para mão e obra barata, pois os reinos, tribos ou governos não tinham que gastar quase recursos nenhuns para manter os escravizados, a ausência de direitos humanos ou trabalhistas também influencia muito para isto (até atualmente), mas na minha opinião o fator que na altura mais contribuía para isto era o autoritarismo dos reis e monarcas, que não permitia que ideias externas, fossem importantes. A escravidão nos tempos modernos, é “maquia da” de maneira que não pareça escravidão, exemplo: os campos de cacau em África, muitos deles funcionam com homens, mulheres e crianças a trabalhar horas extraordinárias, sem condições e recebendo um salário miserável. Não é tecnicamente escravidão, pois recebem salário e podem sair quando quiserem, mas quando a escolha é trabalhar miseravelmente ou morrer à fome, é difícil dizer que não são “obrigados”. Outro exemplo mais extremo. Dobai, têm prédios de extremo luxo, a ponto que a cidade parece um parque de diversões luxuoso gigante. Mas a sua construção, baseou-se basicamente em escravos, pessoas do Paquistão, Índia, Irão entre outros… vão a Dobai conseguir um emprego, mas quando vão ser contratadas, tiram-nos o passaporte e depois se os tentares exigir dizem que o perderam ou nunca o tiveram. E como estas pessoas “não são ninguém” lá a única coisa de têm a fazer é viver num bairro de lata ou num campo trabalhista, e mandar dinheiro à sua família. É por estes motivos que eu opino que a escravidão é uma mancha na natureza humana que origina tristeza, miséria e desumanização aos outros menos ao escravizador.

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Porque jogos Retro são uma boa ideia

Jogar videojogos “retro” pode parecer uma coisa ultrapassada e antiquada, mas pode ser uma maneira bem custo beneficio para aproveitar a diversão que os videojogos dão. O Fácil acesso de jogos “retro”, faz que possa ser adquirida uma grande quantidade deles (que não é um problema pois normalmente só costumam pesar alguns Megabytes). Como não é preciso grandes requisitos de hardware, para jogar um jogo “retro” especialmente em emuladores. É quase não necessário gastar dinheiro em hardware avançado, um SmartPhone, Rasberry Pi, uma consola ou um computador com hardware pouco potente, já deve servir para jogar videojogos de Atari, NES, SNES, SEGA Megadrive, Gameboy e Nintendo 64. Estas consolas têm grandes títulos que podem garantir horas longas de entretenimento, sem gastar quase nada. Mas o problema para muitas pessoas, é arranjar maneira de jogá-los e de consegui-los. Para jogá-los, se não tiveres o hardware original da consola, podes instalar um emulador num computador, consola ou SmartPhone. O trabalho do emulador é como o nome diz, é emular o hardware original, na maior parte das vezes são fáceis de conseguir, de graça e seguros. Exemplo de emuladores bons e de graça para computador: Stella para Atari, nesmume para NES, snes9x para SNES, sameboy para Gameboy, mGBA para GameBoy Advance, Mupen64Plus para Nintendo 64, DosBox para DOS e 86Box para jogos que requerem hardwares muito antigos. Para conseguir os jogos nomeados de “ROMs” pela comunidade, podem ser conseguidos legitimamente extraindo-os de cartuchos ou discos, duma forma complicada, comprando-os virtualmente de forma legal ou pirateando-as que é a forma mais mais utilizada para conseguir ROMs. Para “modernizar” a experiência de jogar videojogos “retro”, pode se usar um projeto chamado “RetroAchievements” que criando uma conta no site https://retroachievements.org e entrando com ela no seu emulador, pode-se ter conquistas em jogos onde as conquistam não existiam. E é com isto que eu reforço, que a ideia de jogar jogos “retro”, não é má ideia pois é mais barato, igualmente divertido e mais acessivel.

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Opinião em relação a ter um homelab

A ideia de um homelab é ótimo, pois não se depende de empresas estrangeiras ou que praticam práticas de segurança abusivas, ou não satisfatórias. Um homelab pode parecer algo complicado e que é preciso ter um grande conhecimento técnico, mas não, a maioria dos serviços (o nome que se dá para os programas que servem “coisas” como um sítio web), podem ser instaladas com ‘interfaces’ gráficas, ou com comandos de terminal simples. Os pontos bom e ter um homelab pelo mais simples que seja, é uma boa maneira de usar o “software”, pois não se depende de empresas, que podem desligar os servidores quando decidirem, ou podem implementar, políticas de privacidade quando bem entenderem. Com serviços SelfHosted tem-se soberania sobre os próprios dados e documentos. Alguns bons serviços SelfHosted na minha opinião são, “Jellyfin” como um servidor de média estilo Netflix, “Copyparty” um servidor de arquivos (estilo “file explorer”) extremamente fácil de configurar e consegue ser carregado em qualquer navegador, ou ser iniciado pronto na maior parte dos sistemas operativos e computadores, “Immich” um serviço de imagens estilo Google Photos (se tiver um completo menos potente recomendo desabilitar a “aprendizagem de máquina” do immich), “Vaultwarden” é um gestor de palavras passe seguro e criptográfico, baseado no “BitLocker” e o “Home Assistant” é um assistente para casas com aparelhos smart (como: luzes, televisões, aquecedores, etc.), é extremamente configurável e versátil, pois suporta basicamente qualquer aparelho smart, vale mencionar que todos os serviços aqui mencionados são de código aberto. Os contras de ter um homelab, são: a falta de redundância, (suponho eu que não tenha dinheiro para comprar mais um ou dois computadores se um falhar, ou mais discos caso algum falhe), custo de armazenamento em curto prazo, em longo prazo provavelmente gastarias algo com uma solução como a iCloud ou google ‘drive’, pois provavelmente vai ser gasto um dinheiro considerável em discos. E estas são as minhas considerações quanto a ter um homelab.

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Crítica a Frieren

O Manga Frieren, criado escrito por Kanehito Yamada e ilustrado por Tsukasa Abe, retrata um mundo de fantasia onde magos, demónios “Dungeons de estilo RPG”, magia são conceitos reais. Na trama principal acompanha-se uma elfa que tem um tempo de vida quase infinito, chamada Frieren ex-participante, do grupo de heróis que matou o Rei Demónio. A história começa depois 60 anos, quando a maior parte da sua equipa já faleceu. Logo após isto a protagonista sente um vazio gigantesco o quê se reflete no seu “nietzschesismo”. A felicidade de Frieren só retorna quando ela consegue uma aprendiz recomendada por um dos companheiros quase morto. O nietzschesismo de Frieren pode refletir à depressão pois a sua falta de empatia e significado, poderão refletir aos sentimentos humanos de depressão. O fato de Frieren só ter chorado quando Himmel, (Um dos melhores companheiros), morre, pois ela não chora por ele morrer, mas sim porque não aproveitou melhor quando estava com ele. Isto pode simbolizar, que na visão do autor, a perda da capacidade de conhecer e fazer memórias com a pessoa, é mais importante de que o fato de ela estar viva ou não. O autor também subtilmente menciona inúmeras vezes, a desgraça da imortalidade, o fato que todos os teus amigos vão morrer muito antes de ti. A situação de Frieren encontra-se, é ainda pior, considerando que os elfos são uma espécie rara e pelo seu longo tempo de vida, são consideravelmente antipáticos, pois por uma das falas da própria Frieren “Os elfos não se interessam em relacionamentos românticos, talvez por isso estejamos em vias de extinção”. O não interesse em relações românticas também é um sinal de uma pessoa deprimida e sem interesse na vida. O autor também refere muitas vezes o tema de nostalgia e como promessas são diluídas por entre os tempos, o tema de nostalgia é abordado muitas vezes quando a protagonista encara cenários muito parecidos com os de anos atrás, usando isto como uma forma de se alegrar, a prova que o autor nos dá que as promessas podem ser diluídas pelos tempos, pois, numa cena é revelado que um chefe de um restaurante jurou-lhe, que nunca iria mudar a receita, mas nas águas do tempo a receita foi eventualmente mudada. Esta é minha análise da obra Frieren até ao volume 6.

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Critica agnóstica à teoria da comprovação de deus pelo ato

AVISO: Eu não estudei afundo esta teoria (qualquer critica por-favor envie para pantufasmalufas@outlook.pt)

Pelo meu ver a teoria filosófica do ato, em utilização de reconhecer a existência de um deus é falha. Seria um absurdo eu discordar que as coisas não vêm de “atos”, mas seria loucura pensar de forma certa que o Primeiro Motor Imóvel possa ser um ser com consciência puro e perfeito. Na minha opinião existem dois “começos” possíveis para universo, ou o universo surgido de algo sem nenhum que foi criado sem nenhum ato, que defende a hipótese do Primeiro Motor Imóvel e a outro é que isto é basicamente um ‘loop’ de absurdos e atos a fazerem potencias que fazem mais atos, e nos a gora estamos num destes ciclos. A minha opinião é que este conhecimento de como o universo foi criado está para além da compreensão humana, mas voltando a comentar a teoria, eu acredito que tudo que foi criado antes da lógica e do próprio conceito de espaço, é um “absurdo” que foge a nossa compreensão, e acredito eu que seja basicamente um “loop” de absurdos atrás de absurdos, neste baile de absurdos à realmente a hipótese de a existência de deus ser real, mas, ao mesmo tempo que a infinitas oportunidades disto ser real também a infinitas hipóteses de não ser.

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