Situação 1#

A teoria da comparação inimaginável Situação 1 defende que se duas pessoas, dialogam sobre um facto, mas ambas não acreditam na outra, por não haver provas, mesmo o facto existindo, o correto seria que ambas não concordarem na informação da outra ate uma prova seja entregue. Se uma pessoa acredita na outra mas a outra pessoa não acredita na outra, o correto seria a que acredita deixar de acreditar, pois se a outra não acredita no facto que só a pessoa sabe então, a confiança na outra não serve para nada.

EXEMPLO:#

Pessoa(A) = 1
Pessoa(B) = 1

Pessoa B dá a confiança à pessoa A

Pessoa(B) 1 → pessoa(A)
Pessoa(A) = 2
Pessoa(B) = 0

A pessoa A não confia na pessoa B

Pessoa(A) = 2
Pessoa(B) = 0

Situação 2#

A Situação 2 situa-se quando uma ou mais pessoas têm certeza no facto de uma das duas pessoas da discussão. Presumindo que o facto da outra está a discutir não é algo que vai contra outros factos, uma fantasia ou ago não falsificável. O “correto” seria pseudoacreditar no que a outra pessoa está dizer.

EXEMPLO:#

Pessoa(A) = 1
Pessoa(B) = 1
Pessoa(Ba…z) = 1

Quem acredita na pessoa B revela à pessoa B
Pessoa(Ba…z) 26 → Pessoa(B)
Pessoa(B) = 27
Pessoa(A) = 1

O final
Pessoa(B) > Pessoa(A)
Logo o mais lógico seria ter um pseudoacreditar na Pessoa(B), mas ainda 	sempre buscando por provas para conseguir-se bancar um facto.